segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Mulher Babaçu no Bloco da Imprensa

A Mulher Babaçu foi eleita a rainha do bloco da imprensa neste sábado no Bar do Porto ...... Com seus avantajados dotes, fez sucesso com sua interpretação impagável. E de quebra, divulgou sua luta em favor da conservação dos ambientes naturais de São Luís!



quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

MULHER BABAÇU NO CIRCUITO DO CARNAVAL NESTE SÁBADO



A Mulher Babaçu vem com todo gás neste sábado para arrastar os foliões no circuito do pré carnaval . 
Concentração Praça da Sé , ao lado da sereia(bloco da bicicleta) e depois desce para o bloco da imprensa......


SAI DE CASA PARA CONSCIENTIZAR OS FOLIÕES SOBRE O ATERRO DA NASCENTE DO RIO CALHAU .



O IIPEFLOR é uma entidade em fase de instituição como organização não governamental de âmbito nacional, com atuação prioritária no Maranhão e, de imediato, na ilha de São Luís.

Para isso vimos mobilizando especialistas, pesquisadores, estudantes, políticos, empresários e voluntários de todos os segmentos da sociedade interessados nas boas práticas da preservação ambiental das bacias hidrográficas, em especial das FLORESTAS, MATAS CILIARES, SOLOS, AQUÍFEROS, LAGOAS. IGARAPÉS E RIOS EM ÁREAS URBANAS, SOB A ÓTICA DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL.

Como  marco de referencia de sua atuação o IPEFLOR observa: O plano Nacional e o Plano Estadual  de recursos Hídricos; o prgrama Águas Perenes da Assembléia Legislativa; o Projeto Olho d´água , SEMA - Secretaria de Meio Ambiente do Maranhão ; e a legislação e preceitos científicos relativos à preservação das águas doces.

O PP - Projeto Piloto do IPEFLOR é apreservação dos Aquíferos , Solos, Fauna e Flora do Sítio Rangedor 2 . no bairro do Clahau, Município de São Luís. Área 1 corresponde a ESTER - Estação Ecológica Sítio Rangedor , criada pelo decreto estadual numero 21.797, de 15 de dezembro de 2005

(A áerea 1 da ESTER  tem 126 hectares e, segundo a SEMA , será transformada em áerea de proteção integral, com recursos da ordem de R$ 2.51 milhões  oriundo de compensações ambientais pagas pela ALUMAR (via Sistema SNUCJ.) A ESTER  deverá ser utilizada como núcleo de pesquisas e de ecoturismo e monitorado pela Sema)

Olha  que gracinha vem comer perto da casa da mae Ritar . Olha só o que já fizeram tirando o barro com a área e a nascente do Rio Calhau.



A área 2  ainda não está demarcada (tem cerca de 80 hectares) e nem institucionalizada como integrante da ESTER, mas é parte indissociável do ecossistema de vegetação, solos e aquíferos da gleba Sítio Rangedor , umas  das principais reservas florestais e reservas de água doce (incluindo as nascentes do RIO CALHAU) da zona norte da região Metropolitana da Ilha de São Luís.



O PP- ESTER 2  está sendo organizado em parceria com a ASSOCIAÇÃO DE AMIGOS DO SÍTIO RANGEDOR- APAS( em organização ), que tem como Presidente a Sra. Rita  Fiquene , ambientalista, educadora comunitária e artesã,  residente no local há vários anos .



O projeto-piloto está em fase de elaboração  e será levado  à SEMA, CAEMA, ALEMA, SEBRAE, PREFEITURA DE SÃO LUÍS, IBAMA, BATALHÃO AMBIENTAL, UFMA,UEMA E ALUMAR/ALCOA, para posterior aprovação. Já há esboço de Plano de Manejo, similar ao previsto para aérea 1 da ESTER.





Destacamos que a Área 2 da ESTER  está já circundada por ocupações populares espontâneas com cerca de 3.000 casas (Vilas N. Sª da Conceição 1,2 e 3;  e Portelinhas), e centenas de residencias  e condomínios  de classe média (ex: Altos do Calhau)



Por essas razões e por privilegiada localização a Área 2 vem sendo por grupos privados interessados em `` CONDOMINIZAR`` O TERRENO E TRANSFORMÁ-LOS em edifícios de apartamentos e casas para classe média alta.



Em virtude o trabalho comunitário permanente realizado há anos pela Sra. Rita Fiquene  , na área 2 , há um grande potencial de reversão dos danos ambientais observados e de promoção de ações sociais junto às comunidades de baixa renda, estimadas hoje em mais de 10.000 pessoas.



AS METAS DO IPEFLOR PARA A ÁREA 2 SÃO:

1- Elaboração de Estudo Socioambiental para caracterização científica do perfil ecológico e social e mensuração dos riscos ambientais.

2- Levantamento cadastral topográfico ; demarcação da sub-bacia  e definições dos limites de área de preservação permanente;

3- Elaboração  de projetos de lei e/ou decretos municipais e estaduais, visando à integração da Área 2 à ESTER e sua inserção no zoneamento do Plano Diretor de São Luís como área de preservação ambiental permanente(non aedificand para fins de comércio imobiliário);

4- Elaboração e Implantação do Programa de Educação Socioambiental e Artesanal Ecológico junto às comunidades lindeiras;

5- Anteprojeto do PLANO DE MANEJO , similar ao previsto

       .

  UIMAR JUNIOR MOSTRANDO A SUJEIRA  QUE JOGAM NO SÍTIO



Esta mensagem é uma síntese de um grande manifesto de intenções e ações que o IPEFLOR pretende realizar . Isso só será possível com a participação

motivada daqueles que detêm  conhecimento e/ou os meios para preservação do Meio Ambiente, promoção da Cidadania e do Desenvolvimento Sustentável , em favor das comunidades carentes e das futuras gerações.



ERIKA A VIGILANTE DO MEIO AMBIENTE . PROF ALCÃNTARA NA LUTA



Obrigados a todos.

Ronald de Almeida Silva , Arquiteto ; consultor `` ad hoc ``

e-mail : ronald.ouvidor@elo.com.br



Erika Lopes Nogueira

Presidente do IPEFLOR

E-mail : erikalnogueira@hotmail.com

fone-98 3248 2218 - 8165 0252



Uimar Junior

Vice-Presidente do IPEFLOR

E-mail : uimar@wavemar.com.br

Fone 98 3227 2369 81140895



ATUALMENTE ESTAMOS COM UM ABAIXO-ASSINADO EM FAVOR DA PRESERVAÇÃO INTEGRAL DO SÍTIO RANGEDOR  PARA LEVARMOS ATE O GOVERNADOR  PARA QUE A ÁREA 2 OU ÁEREA LESTE DA ESTAÇÃO ECOLÓGICA SÍTIO RANGEDOR  SEJA INCLUIDA NO DECRETO DE LEI 21.797 DE 15 /12/2005 E ASSIM SE TORNE ÁREA PERMANENTE DE PRESERVAÇÃO AMBIENTAL.





AS FOTOS ABAIXO REFERE-SE AO RANGEDOR 2 .VEJA

ELES ENTRAM NO RANGEDRO 2 E LEVAM O QUE QUEREM - BARROS, PALHAS E VÃO VENDER EM BARRACAS NA LITORANEA, BURITI, JUÇARA.

JOGAM PRODUTOS QUÍMICOS NA ÁREA E ETC

É HORA DE DENUNCIARRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR

SOCORROOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO

 

Pássaro Rangedor

O ARTISTA PERFORMÁTICO UIMAR JUNIOR FEZ UM PROTESTO EM DEFESA DO SITIO ECOLÓGICO RANGEDOR. O ASSUNTO É MUITO SERIO E NVOLVE OS DEPUTADOS DO MARANHÃO . ELES DECRETARAM UMA LEI EM DEFESA DO SISTEMA ECOLOGICO DA AREA E ELES MESMOS DESTRUIRAM CONSTRUINDO A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA .





Leia as materias de primeira paginas do Jornal o Imparcial e Estado do maranhão - 13/09/2008


São Luís / Crime Ambiental

A mulher babaçu que vem desde 2009 chamando atenção da nascente do rio calhau, até passeata já fez, colhendo assinatura para salvar o lado leste do rangedor 2. agora parece que eles resolveram denunciar brincadeira né.....

Área de preservação

De acordo com a Resolução Conama n°303/2002, o mangue é uma Área de Proteção Permanente (APP) e não pode ser aterrado ou edificado. Já a construção do muro fere a Lei Federal n° 4.771/65, que institui o Código Florestal. Segundo o Art. 2° da Lei, o muro deveria estar a uma distância mínima de 30 metros do leito do rio.








25/01/2011 - 06h51 - Rio Calhau está ameaçado por construção de condomínio

SÃO LUÍS - O rio Calhau, que passa pelos bairros do Altos do Calhau, Quintas do Calhau e o próprio Calhau, está sofrendo com a poluição, assoreamento e agora com o aterro por resíduos de construção civil.

Com as chuvas que caíram na noite desta segunda-feira (24), em São Luís, a ponte construída sobre o rio, ligando a área da avenida dos Holandeses ao Alto do Calhau e Vila Conceição, desabou. As casas que foram construídas às margens do rio Calhau estão ameaçadas de desabar.




O crime ambiental está incomodando os moradores da região. Um morador identificado como Rafael, lamentou a situação alegando que estão ilhados com a queda da ponte.

- Estamos pedindo socorro ao Maranhão porque as nossas casas estão ameaçadas. Estamos em situação precária aqui. Faço um apelo aos governos municipal e estão para que venham nos socorrer - conclamou.

Valdeane, moradora antiga da área, denunciou o crime ambiental. Segundo ela, o leito do rio está sendo aterrado para a construção de um condomínio. Ela disse que os moradores já recorreram a alguns órgãos, Secretaria do Meio Ambiente, Defesa Civil, mas até o momento a reivindicação deles não foi atendida





quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO ITAPIRACÓ



1. ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO ITAPIRACÓ
1.1 - Localização
Está localizado entre os Municípios de São Luís e São José de Ribamar.
1.2 – área:322 hectares
1.3 - Limites: Conjunto do Parque Vitória ao Norte; Condomínio Itapiracó ,ao Sul; Conjunto Ipem Turu, ao Oeste; Conjunto Cohatrac IV e Loteamento Soterra ,ao Leste.
1.4 - HISTÓRICO
Quando funcionava, a Estação de Pesquisa do Ministério da Agricultura, em seu território , a APA do Itapiracó era conhecida como Campo Experimental do Itapiracó , pois atuava nas áreas de citricultura, fruticultura, suinocultura e avicultura.
Com a desativação do Campo a citada área foi devolvida ao Departamento de Patrimônio da União (DPU), a quem de fato pertence.
O Dr. Fernando Mesquita então Secretario de Meio Ambiente, ao tomar conhecimento de que o Exercito, mas especificamente o 24 BC tinha pretensão de uso na área, conseguiu junto a Brasília sob o Termo de Comodato a administração da Área do Itapiracó, para o Estado do Maranhão sob a responsabilidade da Secretaria de Meio Ambiente.
Em 1997, foram elaborados vários estudos da área do Itapiracó aonde se chegou à conclusão de que a mesma não possuía os requisitos técnicos que a Legislação Ambiental exigia, para continuar como Parque. Então através do Decreto Nº. 15.618 de 23/06/1997, foi criado a Área de Proteção Ambiental do Itapiracó com 322 hectares, revogando o Decreto Nº. 13.150 de 09/07/1993.
logo
Encontra-se na Área de Proteção Ambiental do Itapiracó o 2º. Distrito de Meteorologia – 2º DISME/PA, Órgão da Administração Direta, pertencente ao Ministério da Agricultura e do Abastecimento, possuindo jurisdição nos Estados do Pará, Maranhão e Amapá. A referida Unidade tem como finalidades essenciais: operar a rede de observações meteorológicas, transmitir informações meteorológicas para o Centro Regional de Telecomunicações Meteorológicas, localizado na Sede do Órgão em Brasília, que por delegação da Organização Meteorológica Mundial (OMM) é o responsável pelo tráfego de todas as mensagens observacionais entre os países da América do Sul.
Por ter sido utilizada como Estação Experimental, por muito tempo, a formação de mata secundária, ocupa hoje mais de 70% de toda a APA, formada principalmente por sabiá, embaúba, caju, bosque de eucaliptos, podendo-se também encontrar , manchas de formação primitiva, onde ocorrem algumas espécies vegetais relevantes como: ipê, bacuri, visgueiro e muitos outros, que contribuem para a cobertura e a proteção do solo, corpos hídricos e abrigo de fauna, garantindo assim, o equilíbrio dos componentes bióticos e abióticos.
Ocupando um percentual menor, encontramos também uma vegetação de extrema importância, denominada de mata de galeria, uma vez que esse tipo de formação protege mananciais, nascentes e margens de rios e riachos, tornando-os perenes( neste caso, as três nascentes do riacho Itapiracó) . As principais espécies vegetais que ocorrem nessa formação são a juçara, buriti, andiroba, anani e outros.
A fauna é constituída de animais de importância técnica-científica, tais como: cobra caninana, jibóia, preguiça, abelhas, paca, cutia, dentre outros.
O solo é considerado de média fertilidade, parte com teor elevado de matéria orgânica, predominado na área, solos arenosos, profundos e bem drenados.
A topografia é medianamente irregular, mas a cobertura vegetal existente , serve como base para retenção dos processos de lixiviação e erosão.
2. IMPACTO
Considerando a possibilidade , de instalação da Embrapa em 87 hectares, do IFMA (Instituto Federal do Maranhão) e da CODEVASP, no restante da área da APA, e não havendo estudo preliminar ( até a presente data), apresentados para a comunidade, envolvida no precesso de revitalização da APA, que pudesse prever os impacto negativos e positivos, visto que, haverá supressão total da cobertura florestal (cujas espécies foram abordadas anteriormente ), que, no nosso entender, ocasionará impactos negativos de grande magnitude sobre os componentes físicos e bióticos e conseqüentemente a destruição da fauna, cujas espécies se encontrarão confinadas em menor área de circulação, ocasionando considerável vulnerabilidade.
3. PROPOSTA DO MOVIMENTO SÓCIO POPULAR DO COHATRAC E ADJACÊNCIA - MSPCA
Partindo da premissa de que, as APAS, possuem como objetivos primários a preservação das belezas cênicas; proteger recursos hídricos, bacias hidrográficas e abrigo de fauna e flora; fomentar uso sustentado de recursos naturais e possuírem como amparo legal, a Lei 6.902, de 27/04/81 e Lei 6.938, de 31/08/91 e de que a APA do Itapiracó enconstra-se inserida neste contexto, nós , do Movimento Sócio Popular do Cohatrac e Adjacência - M.S.C.P.A., formado por entidades e comunitários sensibilizado pela causa ambiental, assim sugere, á SEMA a :
· Criação do Conselho Gestor da APA do Itapiracó, que entre outras atividades e atribuições deverá proporcionar :
O desenvolvimento de múltiplas atividades, precedidas da elaboração de estudos e projetos, deste que sejam obedecidos critérios de conservação, segurança, racionalidade em consonância com a legislação ambiental;
Identificação e preservação do patrimônio local, como uma grande riqueza que precisa ser conhecida e defendida por todos, a partir da consciência de que o equilíbrio da APA do Itapiracó e fundamental no entorno em que se encontra, nas também para toda a nossa Ilha;
Promover modelos de geração de renda, que ofereça sustentabilidade às comunidade do entorno;
Promover a gestão participativa;